quinta-feira, 21 de março de 2013

Relembrando REINALDO:



IMPOSTO DE RENDA, CLASSE MÉDIA E ESCÂNDALOS
*Reinaldo Gonçalves
No momento em que se aproxima a hora de declaração anual do Imposto de Renda, é quando a classe média brasileira faz as suas contas, constatando o quanto sofre de arrocho e como os órgãos arrecadadores cobram mal dos assalariados.       
Enquanto se observa essa distorção, desfila pela imprensa e televisão nacional uma sucessão de denúncias e escândalos (atualmente o de Brasília, por exemplo), alternando-se num strip-tease moral às avessas, já que nada se apura, quase ninguém é punido e os candidatos a moralistas ou a corruptos às vezes eles próprios se confundem, em promiscuidade aviltante. Até se “entregam” a prisões de brincadeirinha, como que subestimando a inteligência dos demais brasileiros.          
Numa comprovação de quem, “no final das contas”, paga a conta, um estudo processual pela própria Secretaria da Receita Federal, revelou que os assalariados, que descontam em folha compulsoriamente, pagam muito mais impostos e taxas que as próprias empresas, chegando a curiosas conclusões. Pelas parcelas levantadas, enquanto uma empresa de porte médio , que fatura entre duzentos e quinhentos mil reais, despende por mês, de Imposto de Renda, cerca de duzentos e cinquenta reais, enquanto que um assalariado, talvez dessa mesma empresa, paga duzentos e sessenta e seis reais, se perceber um ordenado de dois mil reais, aí residindo um dos maiores fatores imorais .          
No ano passado, na hora da comparação com todos os impostos e contribuições feitas pelo governo, é que o estudo chegou a essas conclusões de que o Receita arrocha o assalariado e alivia as empresas.    
Aí vem a melancólica situação da classe média que caminha olhando para o chão, enfiada em pobreza crescente, com o medo de levantar os olhos para as dificuldades que a preocupam quanto ao futuro imediato.        
É este, lamentavelmente, o retrato fiel do brasileiro nesta fase de pressão tributária, de salário baixo, de aumento de preços e de infração enrustida (silenciosa), enquanto não tem poder aquisitivo para as suas mais prementes necessidades de uma vida digna e honrada para suas famílias.
Com a finalidade de verificar quanto um assalariado paga de imposto ao governo, uma empresa de auditoria foi fazer umas compras normais, para proceder ao levantamento de quantos impostos, além do de renda, outras taxas e contribuições estão embutidas em outros itens, como alimentação, higiene, limpeza, vestuário, saúde, transporte, educação e gastos com moradia, luz telefone, água e gás, entre outros, tomando por base um cálculo para um família de quatro integrantes, com uma renda mensal de dois mil reais.           
Do resultado apurado, entre impostos diretos e indiretos, vinte e cinco por cento da renda familiar, desse exemplo, estão comprometidos se somarmos todos os impostos ou tributos que incidem sobre as mercadorias e os serviços prestados, ao longo do mês; ao fazer-se a estimativa de que os gastos totais dessa família tenham atingido quase hum mil reais, deste valor quase duzentos e cinqüenta são totalmente vinculados a impostos diretos e indiretos. Como nesse caso os impostos sobre os salários atingem duzentos e sessenta e seis reais, esse contribuinte terá pago, ao final do mês, mais de quinhentos reais aos erários federal, estadual e municipal.
A principal constatação desse estudo é que os impostos indiretos acabam equivalendo-se diretamente sobre os salários e, em um ano, o contribuinte do exemplo trabalha cerca de três meses para saldar seus compromissos de contribuintes aos governos, ou cerca de oito dias, por cada mês, trabalhados também para os governos, o que se constitui uma pesada carga tributária.
Para completar a análise desse quadro, quando os governos, em todas as áreas, gastam perdulariamente em mordomias, carros e passeios, o povo sente falta de escolas, hospitais, estradas, transportes e segurança. Daí a pergunta : até quando a classe assalariada vai sair do desalento em que se encontra ?   
Vivemos uma crise de confiabilidade, em que os componentes dessa classe média, sustentação de todos os regimes democráticos, não estão sabendo e nem podendo confiar nos governos, nem nas oposições (classe política) e nem tampouco em tecnocratas contraditórios e insensíveis ao sacrifício dos assalariados.           
Numa constatação elementar, sabe que o que falta na realidade, para eliminar ou evitar uma crise mais profunda e mais abrangente, é a seriedade e o bom-senso. E esta falta de seriedade e bom-senso vem caracterizando muitos dirigentes, políticos ou tecnocratas, que estão no poder há muitos anos, e que neles se mantêm encastelados. Estamos com eleições à vista a espera de uma profunda análise de cada “candidato” que se apresentar e o elemento “Ficha Limpa” é profundamente importante.     
Lembramos que comportamentos autoritários encobrem falcatruas e arbitrariedades . Eles conduzem o povo à passividade e as elites ao arbítrio. Para reformar o sistema político brasileiro há necessidade de manutenção moral, única forma de tornar governantes e governados adultos. Não se precisa mais Estado, mas menos Estado. Não se precisa de nova enxurrada de Direito, mas menos Direito. É inútil invocar uma lei, uma sanção externa. Deve-se produzir um código e respeitá-lo. 
A desvalorização exagerada do público em benefício do privado, levada às últimas conseqüências, transformou a vida pública numa moral efêmera. Por isso existem tantos fantasmas devorando verbas de dentro para fora e de fora para dentro, e as classes assalariadas, diga-se as famílias, se acabando. Santo Deus!

*Membro do Movimento Familiar (MFC) do Amapá
Disponível:http://www.mfc.org.br/Web/Artigos/Artigos%202010/Imposto%20de%20renda.htm

quinta-feira, 7 de março de 2013

A GASOLINA NOSSA DE CADA DIA!

Como se fosse um cartel, tabelas dos postos de gasolina, se combinam, fixando o preço em R$ 2,89 (dois reais e oitenta e nove centavos. No posto da rua Leopoldo Machado com avenida Antonio Coelho, cujo preço no último final de semana era de R$ 2,79, DOIS DIAS DEPOIS, custa o valor citado, o mesmo acontecendo com o posto da Rodovia Duca Serra com o ramal do Goiabal, cujo preço era de R$ 2,84.
Como se sabe, a redução da tarifa da energia elétrica concedida para todo o  Brasil, não nos atingiu pois segundo os "donos" da CEA, a mesma já estava atualizada, cujo valor a ser cobrado, deveria ser muito maior!
Potanto não é justo pagarmos pela incompetência da  PETROBRÁS, se é que podemos considerá-la culpada, que se dizendo prejudicada por falta de correção no preço e a variação do dolar, precisa de reajuste para continuar seus investimentos.
Por isso apelamos as autoridades responsáveis, para que sejam mais atuantes!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Significado de Chafurdar =...pode FREUD?



v.i. Revolver-se em chafurda ou lamaçal: os porcos chafurdam na lama.
Fig. Atolar-se em vícios, perverter-se.

Sinônimos de Chafurdar

Sinônimo de chafurdar: atascar, atolar e enchafurdar

Definição de Chafurdar

Classe gramatical de chafurdar: Verbo intransitivo
Tipo do verbo chafurdar: regular
Separação das sílabas de chafurdar: cha-fur-dar

Disponível: http://www.dicio.com.br/chafurdar/

Joaquim Barbosa se irrita com repórter: 'Vá chafurdar no lixo'
Em nota divulgada pela assessoria de imprensa, o presidente do Supremo Tribunal Federal pediu desculpas aos repórteres.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, se irritou, nesta terça-feira (5), com um jornalista ao sair de uma sessão do Conselho Nacional de Justiça. O repórter do jornal O Estado de São Paulo não chegou a concluir a pergunta sobre como o ministro via críticas de três associações nacionais de juízes e magistrados às declarações que deu na semana passada a jornalistas estrangeiros. O ministro interrompeu a pergunta.
"Não estou vendo nada. Me deixa em paz, rapaz. Me deixa em paz. Vá chafurdar no lixo como você faz sempre. Estou pedindo, me deixe em paz. Já disse várias vezes ao senhor”, disse o ministro.
O restante da discussão foi gravado com a câmera de um celular.
"Eu tenho que fazer pergunta, é meu trabalho", afirmou o repórter.
"Eu não tenho nada a lhe dizer. Não quero nem saber do que o senhor está tratando", completou Barbosa.
Em nota divulgada pela assessoria de imprensa, o ministro Joaquim Barbosa pediu desculpas aos repórteres. Disse que estava cansado e com fortes dores quando respondeu de forma ríspida à abordagem. Afirmou ainda que foi um episódio isolado, que não condiz com o histórico de relacionamento dele com a imprensa. Por fim, Joaquim Barbosa reafirmou seu apego à liberdade de opinião e seu respeito aos profissionais da imprensa.
tópicos:

Disponível: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/03/joaquim-barbosa-se-irrita-com-reporter-va-chafurdar-no-lixo.html

terça-feira, 5 de março de 2013

Agiotagem



Agiotagem é crime, por isso consumidor mais afoito e compulsivo tenha cuidado para não cair nas garras daqueles que emprestam dinheiro com juros abusivos, muito além do estabelecido no mercado. O esquema é sempre o mesmo: o agiota faz o empréstimo calçado em uma garantia – uma casa, um automóvel ou qualquer outro bem de valor, como jóias e relógios. Alguns chegam até a tranferir antecipadamente o imóvel ou o automóvel para o seu nome, como garantia de pagamento, e cobram juros sobre juros, de tal forma que o consumidor nunca mais consegue quitar a dívida. E pior, ainda há aqueles que, não contentes com essas garantias, impõem como condição cheques pré-datados, para no dia do pagamento do salário poderem sacar o dinheiro antecipadamente. Essas práticas são consideradas crime pela Lei nº 1.521, de 26/12/1951, em seu artigo 4º, alínea a, e a pena é detenção de seis meses a dois anos. Elas também constituem crime contra o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, pois, no seu artigo 3º, ele define como fornecedor a pessoa física que faz da agiotagem o seu negócio e exige do consumidor vantagem manifestantemente excessiva (Amparo Legal: artigo 3º, parágrafo 2º, artigo 39, inciso V; e artigo 71 do CPDC. Pena: detenção de três meses a um ano e multa).      
Preste atenção: Se você estiver sendo vítima de agiotagem, avise ao criminoso que irá denunciá-lo à polícia se não houver acordo. Não tenha medo porque a vítima é você. Dever não é crime, extorsão sim! (artigo 160 do Cógigo Penal. Pena: de um a três anos de reclusão e multa).

Disponível:.celsorussomanno.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=256:agiotagem&catid=49:artigospublicados&Itemid=227, acesso 05/03/2013.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Para Reale, projeto do novo Código Penal pode se tornar vergonha internacional



No início de sua exposição no Senado sobre o projeto do novo Código Penal (PLS 236/2012), o jurista Miguel Reale Júnior declarou que há no texto "impropriedades de tamanha grandeza que ele pode se tornar objeto de vergonha internacional". Também disse que sua posição é a mesma de cerca de 20 entidades representativas da sociedade brasileira. Anteriormente, ele já havia dito que a proposta "não tem conserto".
Reale participa neste momento da audiência pública que está sendo promovida pela comissão especial de senadores que examina esse projeto de lei de reforma do código. O relator da comissão é o senador Pedro Taques (PDT-MT). Após a argumentação de Reale, a comissão vai ouvir a exposição do procurador regional da República Luiz Carlos Gonçalves, que foi relator da comissão de juristas que elaborou o anteprojeto do PLS 236/2012.
A reunião acontece na sala 3 da Ala Senador Alexandre Costa e está sendo transmitida em um dos canais da TV Senado .

Supremo derruba liminar de Fux sobre vetos



O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou nesta quarta-feira a liminar do ministro Luiz Fux que obrigava o Congresso Nacional a votar em ordem cronológica os mais de três mil vetos presidenciais que aguardam apreciação há mais de dez anos, antes de analisar o veto à lei que criou novas regras para a partilha dos royalties do petróleo. Na prática, isso permitirá que o Congresso retome a votação do Orçamento Geral da União de 2013, que estava suspensa desde dezembro, quando Fux concedeu a liminar, e vote a qualquer momento o veto ao projeto que muda as regras de distribuição dos royalties e prejudica Rio de Janeiro e Espírito Santo, estados produtores de petróleo.
Os parlamentares dos demais estados querem votar esse veto na próxima semana, para derrubá-lo, e manter na lei a distribuição dos royalties para todos. O placar do julgamento, que não tratou do mérito, foi de seis votos a quatro. Caso seja confirmada a derrubada dos vetos, as novas regras dos royalties deverão ser contestadas pelos estados produtores por meio de uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) ao STF, que questione o mérito da lei, e não o processo legislativo que levou à sua aprovação.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), comemorou a decisão do STF: disse que ela respalda a posição do Congresso e marcou para hoje reunião com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para discutir a retomada das votações na sessões conjuntas do Congresso (Câmara e Senado). Os ministros do STF que votaram contra a liminar de Fux tiveram o mesmo entendimento do Congresso: a medida cautelar engessava a atividade legislativa.
Ficamos felizes com a decisão do Supremo, porque ela consubstancia o papel principal do Congresso. Amanhã, vamos decidir com o presidente Henrique em relação à pauta e voltar a trabalhar disse Renan, evitando falar se vai colocar imediatamente o veto dos royalties do petróleo em votação.
Não decidimos nada. Só a partir de amanhã vamos decidir.
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse crer que a pressão dos demais estados será grande:
É uma derrota enorme do Rio, mas é uma decisão do Supremo. Vamos fazer uma batalha regimental e de conteúdo na sessão do Congresso, mas temos que reconhecer que é muito difícil.
Autor do mandado de segurança ao STF que gerou a liminar de Fux, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), também lamentou a decisão:
Estou triste. Como todo o respeito ao Supremo, lamento a decisão. Na prática, a cassação da liminar vai permitir que o Congresso, descumprindo a Constituição, vote a derrubada do veto dos royalties.
Na sessão desta quarta-feira, Fux defendeu a manutenção da ordem para a votação no Congresso. Votaram da mesma forma s Março Aurélio Mello, Celso de Mello e o presidente da Corte, Joaquim Barbosa. Do lado oposto ficaram Teori Zavascki, Rosa Weber, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.
Primeiro a discordar de Fux em plenário, Zavascki defendeu a modulação da liminar de dezembro. Ele não explicou como isso ocorreria. A solução sugerida pelo governo federal é que a análise cronológica sirva apenas para os vetos que aguardam análise nos últimos 30 dias. O restante continuaria na fila de votação. Caberia aos parlamentares escolher a ordem de análise do acervo. Mas esse assunto não foi decidido nesta quarta-feira. Os ministros apenas derrubaram a liminar. Em data ainda não prevista, o plenário julgará o mérito da ação.
Em seu voto, Zavascki argumentou que a falta de análise dos cerca de três mil vetos por parte do Congresso gera um grave cenário. Porém, não seria viável a votação cronológica desse pacote para solucionar o problema. Isso porque poderia ser considerada ilegal a forma como os parlamentares analisaram outros vetos antes desse passivo afinal, a ordem cronológica não era obedecida. Zavascki defende que o STF resolva a situação no julgamento do mérito.
Rosa Weber lembrou que o STF costuma considerar questões do Congresso como interna corporis (a serem resolvidas pelos parlamentares). Logo, não caberia ao STF dar uma liminar como a de Fux. Toffoli argumentou que a ordem de votação dos vetos é uma decisão política a ser tomada pelo Congresso. Para ele, a liminar de Fux engessou as atividades parlamentares.
Obstar um Poder de deliberar é algo possível, não se fecha a porta nunca à teratologia, ao absurdo. Vamos supor que o Congresso Nacional queira condenar um presidente à morte. Mas não vejo absurdo desse tipo aqui alegou Toffoli.
Fux explicou que a Constituição determina que, no caso de descumprimento do prazo de 30 dias para votação dos vetos presidenciais, ele deve ser automaticamente inserido na pauta da sessão seguinte, suspendendo a tramitação de outras proposições.
Não é o Judiciário que está determinando, é a Constituição Federal que assim faz. Até porque não votar o veto tranca a pauta disse o ministro, que também rebateu o argumento de parlamentares de que a questão seria interna corporis: O regimento (do Congresso) complementa aquilo que estabelece a Constituição Federal. São regras jurídicas. Como essas normas jurídicas não podem ser sindicadas pelo Poder Judiciário? Eu não consigo (entender), sinceramente, é uma limitação que eu tenho...
Fux voltou a dizer que a liminar não impedia o Congresso de votar outros temas, mas só vetos. Gilmar Mendes questionou essa interpretação:
É esse estado de anomalia e patologia que tem sérias repercussões sobre todo o sistema. Dizer que isso não repercute na lei orçamentaria? Mas tem de combinar com os russos. Veja o quadro que se coloca no mundo é de muita sensibilidade disse Mendes.
Março Aurélio apoiou o relator:
Sua Excelência escancarou uma mazela desta sofrida República. Rasgando a Constituição Federal, a maioria esmaga a minoria e fica por isso mesmo. Não se avança culturalmente dessa forma. É um flagrante retrocesso.
Jucá quer votar orçamento antes de vetos
Celso de Mello e Barbosa votaram no mesmo sentido. O presidente do STF considerou muito grave os parlamentares terem abandonado a análise dos vetos nos últimos anos:
Estamos diante de um fenômeno de extrema gravidade, de um exemplo muito claro de como se dá a hipertrofia do Poder Executivo no nosso sistema de governo. Essa hipertrofia se dá por meio da abdicação do Congresso das suas prerrogativas constitucionais disse Barbosa.
No veto que gerou o impasse, a presidente Dilma Rousseff suprimiu artigo da lei que diminuía a parcela de royalties e da participação especial dos contratos em vigor destinada a estados e municípios produtores de petróleo. O artigo ainda ampliava os ganhos dos demais estados. Sem o veto, que deve ser derrubado, a lei retira dividendos dos estados produtores. Molon, que acompanhou o julgamento, afirmou:
O Rio de Janeiro e o Espírito Santo já estão com as Adins prontas para ingressar no Supremo assim que o veto for derrubado. Portanto, perdemos a batalha, mas, certamente, não perdemos a guerra.
O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) disse que o veto pode ser votado na próxima semana:
Achei a decisão maravilhosa. Já aprovamos a urgência para a votação dos royalties e o Supremo disse que podemos o que quisermos.
Mas o relator do Orçamento, senador Romero Jucá (PMDB-RR), disse que o Orçamento tem que ser votado antes: Queremos que seja votado até terça-feira. (O Globo) 
Disponível: http://amp-mg.jusbrasil.com.br/noticias/100367567/supremo-derruba-liminar-de-fux-sobre-vetos, acesso em 01/03/2013.