domingo, 12 de fevereiro de 2012

UNIMED mais uma vez comete uma ABERRAÇÃO E BRINCA COM A VIDA HUMANA, PASMEM:

sábado, 11 de fevereiro de 2012


Meu tio DOMICÍO MAGALHÃES, está internado no Hospital Samaritano em São Paulo desde a última quarta-feira, pois foi descoberto aqui em Macapá através de exames, que possui um tumor na cabeça, localizado no lado direito....por recomendações do médico que diagnosticou o caso, teve que viajar URGENTE, para aquela Cidade, uma vez que seu caso é gravíssimo.
Simplesmente a UNIMED, da qual é usuário desde o ano de 1998, e sempre esteve adimplente, se recusou autorizar a cirurgia.
Recorremos a nossa Justiça (por sinal a mais célere do País) e ontem foi concedida liminar, através do Juiz de Direito Ailton Marcelo Mota Vidal, para que a mesma cumprisse imediatamente a determinação dele, porém amigos, até o momento ela continua se recusando e desacatando tamanha ordem, simplesmente entrou com recurso, e uma das alegações é que o Hospital não é conveniado, o que foi provado ao contrário.

Gostaria aqui de manifestar minha indignação e a nossa dor....meu tio tem 72 anos, e luta pela vida, o que estão negando e tolindo irresponsavelmente. Ele corre risco de morte...Por favor alguém ajude...ainda que seja compartilhando..

QUE DEUS ILUMINE NOSSO QUERIDO DOMÍCIO E TOQUE O CORAÇÃO DE QUEM FOR DE DIREITO.....


Publicada no facebook de Elenice Alencar.
Postado por João Bolero Neto às 12:40

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Governo quer mudar Lei Seca para que motorista bêbado seja punido mesmo que não se submeta ao bafômetro

Jorge Wamburg
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O governo pretende alterar a Lei Seca (Nº 11.705/2008) para que os motoristas que estiverem dirigindo alcoolizados possam ser processados mesmo que se recusem a passar pelo chamado teste do bafômetro. Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a ideia é que todas as provas admitidas pelo Direito possam ser usadas contra o infrator, como testemunhas e filmagens por câmeras de segurança, de modo que a lógica da Lei Seca seja invertida e o próprio acusado passe a ter o interesse de se submeter ao teste para escapar da cadeia.
Nós temos uma boa lei, mas há uma falha que precisamos corrigir. De acordo com a Constituição, ninguém pode ser obrigado a produzir provas contra si próprio, o que faz com que o teste do bafômetro para medir a dosagem de álcool no sangue seja burlado se a pessoa se recusar a fazer, explicou Cardozo. Por isso, o Ministério da Justiça está em entendimentos com o Senado e com a Câmara para alterar a lei, com a aprovação de mudanças que impeçam os motoristas bêbados de se beneficiar dessa situação.
O ministro disse que as mudanças pretendidas pelo governo na legislação incluem aumentar o valor da multa para quem for detido alcoolizado ao volante e, também, aplicar punições mais rigorosas sem necessidade de comprovar a presença de álcool no sangue. Para ele, a mudança na Lei 11.705 é fundamental para acabar com a sensação de impunidade que ela enseja em virtude desta situação [a recusa do motorista de se submeter ao teste do bafômetro], disse o ministro.

Edição: Vinicius Doria
Disponível: http://agencia-brasil.jusbrasil.com.br/noticias/3005197/governo-quer-mudar-lei-seca-para-que-motorista-bebado-seja-punido-mesmo-que-nao-se-submeta-ao-bafometro, acesso e, 01/02/2012.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Sequelas do CQC!!!

Naquele fatídico dia, desembarcava na Assembléia Legislativa, um tal de CQC.
Dele, nunca ouvira falar, mas trazia na bagagem, a missão de denunciar, ironizando!
No foco: a verba indenizatória, concedida pelos deputados e deputadas, à eles mesmos, nada irrissório,de só cem mil reais!
Barrado pelo segurança, descobriram: é preciso estudar mais...
Entrevistando Mira Rocha, cobraram pelo beijo ofertado pela parlamentar, que exigiu publicação em Diário sobre o benefício legislado em causa própria, derivado de um plenário obediente;
pois assim sintetizou Sandra Ohana: "fazemos o que a Presidência MANDA!!!"
Porém, nada disso interessa, pois o que mais irritou Roseli Matos, foi a falta de decoro de Cristina ALmeida, daí querer cassá-la.
Ou seja, só as mulheres, mais uma vez se desentendem , pois os homens, "sabiamente", se esconderam do CQC.
O que mais foi atingido: o decoro ou o assalto ao nosso dinheirinho?

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

SIMPLESMENTE DRUMOND

PROFESSOR

O professor disserta
sobre ponto difícil do programa.
Um aluno dorme,
cansado das canseiras desta vida.
O professor vai sacudi-lo?
Vai repreendê-lo?
Não.
O professor baixa a voz
com medo de acordá-lo.

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DISTINÇÃO

O Pai se escreve sempre com P grande
em letras de respeito e de tremor
se é Pai da gente. E mãe, com M grande.

O Pai é imenso. A mãe, pouco menor.
com ela, sim, me entendo melhor:
Mãe é muito mais fácil de enganar.

(Razão, eu sei, de mais aberto amor.)

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O DOCE

A boca aberta para o doce
já prelibando a gostosura,
e o doce cai no chão de areia, droga!

Olha em redor. Os outros viram.
Logo aquele doce cobiçado
a semana inteira, e pago do seu bolso!
irá deixá-lo ali, só porque os outros
estão presentes, vigilantes?

A mão se inclina, pega o doce, limpa-o
de toda areia e mácula do chão.
"Se fosse em casa eu não pegava não,
mas aqui no colégio, que mal faz?

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BRINCAR NA RUA

Tarde?
O dia dura menos que um dia.
O corpo ainda não parou de brincar
e já estão chamando da janela:
É tarde.

Ouço sempre este som: é tarde, tarde.
A noite chega de manhã?
Só existe a noite e seu sereno?

O mundo não é mais depois das cinco?
É tarde.
A sombra me proíbe.
Amanhã, mesma coisa.
Sempre tarde antes de ser tarde


(Simplesmente Drumond/Carlos Drumond de Andrade. - Rio de Janeiro: Record, 2002. 48 p. - Liteatura em Minha Casa - POESIA; V.1).

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Sexo entre adulto e menor de 12 anos foi consensual

Por Jomar Martins
A 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmou a absolvição de um homem acusado de estuprar uma menina de 12 anos. Os desembargadores entenderam que não se poderia aplicar ao caso o chamado ‘‘estupro de vulnerável’’, como disposto no Código Penal, uma vez que a menor não era mais virgem e que a relação sexual foi consensual e fruto de aliança afetiva.
O caso é da Comarca de Quaraí. O homem, conhecido por ‘‘Careca’’, foi denunciado pelo Ministério Público estadual por ter mantido relações sexuais com a menor, que fugia de casa para se encontrar com ele. Aproveitando-se da ausência dos pais, ele a convencia a praticar sexo vaginal e outros atos libidinosos. Os fatos se deram em 2009, até o mês de setembro, quando ambos foram abordados por policiais militares e por uma conselheira tutelar. O caso gerou um inquérito policial.
A defesa do denunciado sustentou que ele era namorado da vítima, negando que a tenha desvirginado. Foram juntados ao processo os laudos de avaliação psicológica da menor e o exame de corpo de delito.
A juíza de Direito Luciane Inês Morsch Glesse afirmou, na sentença, que não havia dúvidas quanto à materialidade delitiva, em função do Boletim de Ocorrência policial e do exame de corpo de delito. O exame, entretanto, constatou que a vítima não era virgem, pois o hímen apresentava rupturas antigas em todo o seu contorno. Com relação à autoria, disse que o testemunho da vítima foi bastante contraditório, deixando dúvidas quanto à ausência de consentimento.
A magistrada também citou o depoimento da conselheira tutelar que atendeu o caso. Ela confirmou que a menina se encontrava de espontânea vontade com o rapaz, que era rebelde e que se envolvia com meninos desde os 11 anos de idade. Em síntese, era uma menina ‘‘largada’’, que fugia da mãe para se refugiar em outras casas.
‘‘Assim, diante do contexto probatório, resta duvidoso o depoimento da vítima e sua genitora, assim como a alegada violência presumida, pois sabe-se que nos dias atuais os jovens, cada vez mais cedo, têm conhecimento sobre o sexo, o que restou verificado no caso em comento, uma vez que J. já teve vários registros no Conselho Tutelar justamente pelo envolvimento com outros meninos’’, concluiu a juíza.
Assim, como o acusado manteve relações sexuais com a vítima de forma consentida, sem que tenha existido ameaça ou violência, a juíza entendeu que tal consentimento mostrou-se relevante para absolvê-lo.
Insatisfeito com a decisão, o MP entrou com Apelação-Crime no Tribunal de Justiça, pleiteando a reforma da sentença. Em síntese, argumentou que existe conteúdo probatório suficiente para demonstrar autoria e materialidade do crime de estupro de vulnerável. E mais: que a partir da vigência da Lei 12.015/2009, não é mais possível cogitar-se da relativização da presunção de violência.
A relatora do recurso, desembargadora Naele Ochoa Piazzeta, explicou que os fatos ocorreram na vigência da Lei 12.015/2009, que tornou típica a conduta de “ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos”, criando a figura do “estupro de vulnerável”, prevista no artigo 217-A do Código Penal. E que tal norma revogou o artigo 224, que tratava da presunção de violência quando a vítima era menor de 14 anos. Assim, ao contrário do entendimento da julgadora de primeiro grau, a perspectiva dos autos não poderia ser examinada sob o prisma da relativização da presunção de violência — o que dá razão ao Ministério Público.
Por outro lado, a desembargadora Naele afirmou que o conceito de vulnerabilidade não pode ser entendido de forma absoluta, simplesmente levando-se em conta o critério etário, o que configuraria hipótese de responsabilidade objetiva. Este deve ser mensurado em cada situação trazidà à apreciação do Poder Judiciário, considerando as particularidades do caso concreto.
A magistrada apoiou seu convencimento em diversos fatos trazidos aos autos: que as relações sexuais aconteceram de forma voluntária, consentida e fruto de aliança afetiva; que a menor não era mais virgem e já contava com certa experiência sexual; que em nenhum momento houve violência ou grave ameaça à vítima; e, por fim, que as condutas sexuais do réu não se amoldavam a nenhuma previsão típica e, por isso, deveria ser absolvido com base no artigo 386, inciso III, do Código de Processo Penal — fundamento diferente do apontado na sentença.
Acompanharam o voto os desembargadores Carlos Alberto Etcheverry e José Conrado Kurtz de Souza.
Disponível: http://www.conjur.com.br/2012-jan-02/relacao-sexual-adulto-menor-12-anos-nao-considerada-estupro, acesso em 03/01/2012